N.Y finalizou a quinta-feira em alta, a posição dezembro oscilou entre a mínima de -0,70 pontos e máxima de +2,10 fechando com +0,60 pts.
O dólar comercial fechou em alta de 1,65%, cotado a R$ 4,1230. A sessão de hoje foi influenciada por novos temores sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China e por preocupações com as eleições presidenciais no Brasil. Mesmo sem a divulgação novas pesquisas de intenção de votos nesta sessão, os investidores continuaram monitorando o noticiário eleitoral brasileiro. A preocupação com as perspectivas para a eleição levou o dólar para o patamar de R$ 4. No exterior, os Estados Unidos e a China intensificaram sua guerra comercial com a adoção de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões em mercadorias um do outro, apesar das autoridades terem retomado as negociações em Washington. Até agora, as duas maiores economias do mundo adotaram tarifas sobre um total combinado de US$ 100 bilhões de produtos, ampliando os riscos para o crescimento econômico global.
O boletim da Somar Meteorologia indica que a chuva dá uma trégua na maior parte do Sul e Sudeste do Brasil, mas amanhã, sexta-feira, a formação de uma área de baixa pressão deverá provocar temporais no Sul do país e no norte no Paraná, serão acumulados em torno de 30mm de chuva. No fim de semana, a frente fria deve avançar para o Sudeste do país, mas com chuva isolada e com baixos acumulados nas áreas majoritárias. A temperatura vai despencar no fim de semana, mas sem o risco de geadas para o café. Os próximos 15 dias serão marcados pelo tempo mais instável no Sul do Brasil, e com poucas condições de chuva no Café do Sudeste. A temperatura deve cair bastante no fim de semana, mas sem trazer risco de geada para o café. Os modelos mais estendidos mostram uma nova onda de frio somente no início de Setembro, mesmo assim, sem afetar as áreas de café.
O Comitê Diretor da Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia (FNC) solicitou ao governo do país e à indústria global que adotem “medidas urgentes em favor dos produtores colombianos e das 25 milhões de famílias que vivem do grão no mundo” após a recente queda da cotação do café abaixo de U$ 1,00 por libra-peso na bolsa de Nova York. Via Notícias Agrícolas.
A colheita de café da safra 2018/19 do Brasil atingiu 91% até o dia 21 de agosto, segundo levantamento divulgado pela Safras & Mercado nesta quinta-feira (23). O índice estava em 88% na semana passada. “O clima predominante seco, embora levante especulações em torno do déficit hídrico, segue favorável aos trabalhos de colheita e secagem do café. No conilon, os trabalhos já se encerram. E no arábica entram na reta final, em alguns casos restando apenas a varreção”, afirma o analista da Safras Gil Carlos Barabach. Ainda segundo o analista, os dados até o momento confirmam a expectativa de safra recorde e de boa qualidade. Levando em conta a estimativa de produção da consultoria nesta temporada, já foram colhidas 55,17 milhões de sacas. A Safras espera uma produção recorde no país de 60,5 milhões de sacas na safra 2018/19. Em igual período do ano passado, a colheita estava em 94%, e na média dos últimos 5 anos para o período em 91%. Via Notícias Agrícolas.
Fonte: Mellão Martini



