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Infocafé – 06/09

N.Y finalizou a quinta-feira em baixa, a posição dezembro oscilou entre a máxima de +0,35 pontos e mínima de -1,75 fechando com -1,60 acumulando até hoje -0,40 pts.

O dólar comercial fechou em queda de 0,95%, a R$ 4,1040. Apesar do segundo recuo seguido, a moeda encerrou a semana com valorização de 0,78%.  O mercado acompanhou com atenção à notícia de que o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).  A avaliação de investidores é de que o ataque pode fazer com que candidatos mais à esquerda, vistos como contrários aos interesses do mercado, percam fôlego na disputa eleitoral. O Banco Central ofertou e vendeu nesta sessão 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de outubro, rolando US$ 2,18 bilhão do total de US$ 9,801 bilhões que vence em outubro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

As exportações globais de café aumentaram 4,6 por cento em julho na comparação com igual período do ano anterior, para 10,11 milhões de sacas de 60 kg, segundo dados da Organização Internacional do Café (OIC) divulgados nesta quarta-feira. Nos primeiros 10 meses da safra 2017/18, iniciada em 1º de outubro, as exportações de café subiram 0,9 por cento, para 101,2 milhões de sacas. As exportações de café arábica em julho ficaram em 6,12 milhões de sacas, alta de 4,6 por cento em relação ao ano anterior. As exportações de arábica no acumulado da safra atual caíram 0,7 por cento, para 63,39 milhões de sacas. As exportações de café robusta subiram 4,7 por cento em julho, para 3,99 milhões de sacas, e aumentaram 3,6 por cento no acumulado da temporada, para 37,81 milhões de sacas. Fonte: Reuters via Notícias Agrícolas.

As vendas de bebidas estão subindo e alguns segmentos no setor de alimentos e bebidas estão experimentando uma taxa de crescimento elevada, juntamente com uma mudança contínua nas preferências dos consumidores. A crescente demanda por bebidas quentes nos países emergentes, juntamente com o lançamento de novas variantes de produtos, resultou em uma demanda global maior do que prevista. Bebidas quentes, como café e chá, ajudam a elevar o humor dos consumidores e aumentam seus níveis de energia. Essas bebidas têm alguns benefícios para o dia a dia, como o estímulo trazido pela cafeína aos apreciadores de café. O chá-verde, um tipo de bebida quente, auxilia na queima de gorduras, levando à melhora da reação metabólica do corpo. Gosto, ingredientes, conveniência e preço representam os fatores mais influentes que determinam a demanda por esse tipo de consumíveis. Para matéria completa acessem http://abic.com.br/futuro-promissor-para-o-cafe-e-bebidas-quentes/ .

Fonte: Mellão Martini

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