De acordo com a Spark, 90% dos cultivos de amendoim do País estão no estado de São Paulo, sendo a mesorregião de Ribeirão Preto a maior em área plantada, com 25% do total de 136 mil hectares. Nesse cenário, inseticidas, na segunda posição, movimentaram US$ 20 milhões, 36% do total e os herbicidas registraram 12% da comercialização, chegando a US$ 20 milhões. Além disso, os produtos para tratamento de sementes e adjuvantes, somados, atingiram US$ 6 milhões, 10% do mercado total.
Para o coordenador de projetos da Spark, Alberto Oliveira, os fungicidas tiveram 100% de adesão pelos produtores no ciclo 2019/20, o que representa uma área tratada de aproximadamente 1,5 milhão de hectares. Essa demanda foi impulsionada pela mancha-preta (Pseudocercospora personata), doença que segundo a Spark esteve no alvo de mais de 80% dos tratamentos com fungicidas.
Segundo o sócio diretor da Spark, André Dias, “projeções permitem afirmar que o amendoim manterá crescimento em área, investimentos e atratividade econômica. A adoção cada vez mais comum do manejo de rotação entre amendoim e cana-de-açúcar contribuirá para que a leguminosa avance em importância”.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems
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