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Contra a “cultura alimentar” da fome

No último dia 22 de agosto, o Ministério do Trabalho divulgou os dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), e demonstrou que o país abriu 47.319 postos de trabalho com carteira assinada, o melhor resultado do mês de julho em seis anos.  O setor responsável pelo maior número de empregos criados foi o da agricultura, com 17.455 novos empregos, superando inclusive a construção civil, que no receituário econômico mais influente, sempre é tido como o setor que mais gera empregos por menor valor investido. E aqui, estamos falando somente do trabalho no campo, não do agronegócio todo, ou seja, desconsiderando os empregos da agro-indústria e do processamento da produção agropecuária. Na mesma data, o Jornal do Comércio reproduzia o artigo de opinião da advogada Mariana Lese Hoffman, “Por uma Nova Cultura Alimentar”, satanizando a proteína animal com um discurso falsamente científico sobre a crueldade imposta aos animais e a desnecessidade de seu consumo para  a vida humana.    Não é mera coincidência. O jornal, de forma democrática, dá espaço a todas as correntes de pensamento. Grupos autoritários se valem disso para sua campanha de difamação à produção rural com inverdades e teses estupefacientes.

Para difamar o agronegócio brasileiro, vale tudo, inclusive falsa ciência. A ingestão de carne foi fundamental para a própria sobrevivência da raça humana. O “Homo Erectus” sobreviveu às demais espécies humanas porque o consumo de carne lhe conferiu um cérebro maior e  uma vida mais longa – enquanto outros hominídeos tinham que mastigar raízes e tubérculos cerca de 15 milhões de vezes por dia para permanecer vivos. Obviamente, isso não deu muito certo.

As militâncias organizadas do ambientalismo radical, veganismo e outros, se combinam no ódio ao agronegócio, lutando inclusive contra a exportação de gado vivo do Brasil para países como a Turquia, desprezando as práticas de bem estar animal existentes nesse tipo de embarque, e ignorando o fato de que é esta carne que está alimentando centenas de refugiados do terrorismo islâmico no país.  O Brasil, maior fornecedor de proteína animal do planeta e também o campeão mundial de produção de grãos e outros cultivares, produz praticamente uma tonelada para cada habitante do país. O Brasil é o único país do mundo que pode matar a fome do planeta e trazer paz duradoura ao mundo. Mas nada disso é importante para quem defende um tipo de Cultura Alimentar que, a longo prazo, produzirá cérebros menores, populações mais fracas e morte.

Fonte: Tarso Francisco Pires Teixeira

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