De acordo com a OIE, a origem dos dois casos foi por meio do transporte de animais entre províncias. “O país já havia relatado vários casos em março sendo a maior parte deles por causa do transporte de animais entre províncias. O Ministério da Agricultura chinês iniciou uma investigação de 60 dias sobre transporte ilegal de suínos, com início em 1º de abril, disse a pasta em outro comunicado”, informa o portal.
Segundo o governo chinês, as entidades responsáveis estão acompanhando de perto as medidas de prevenção à peste suína africana, enquanto pressionava os produtores a retomar a produção de suínos. “Apesar dos avanços chineses na contenção da doença, ainda levará tempo para que a produção de carne suína seja toda restaurada”, completa.
“Seis aviões carregando mais de quatro mil matrizes da França chegaram à China neste ano, sendo os primeiros de dezenas de aviões cheios de animais que devem aterrissar no país asiático. A China está acelerando as importações dos animais conforme corre para reabastecer o mercado, depois de um surto de peste suína africana assolar o país a partir do final de 2018, matando dezenas de milhões de porcos e reduzindo as criações em até 60%”, conclui.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems
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