Se a tecnologia tivesse sido usada na última safra, teria evitado a perda de aproximadamente 5 milhões de toneladas
De acordo com o CEO da Agrovoz Bioceres, Federico Trucco, se a tecnologia tivesse sido usada na última safra, teria evitado a perda de aproximadamente 5 milhões de toneladas em toda a Argentina. No entanto, ele diz que ainda não tem oferta suficiente para colocar no mercado, já que inda não tem oferta suficiente para colocar no mercado, já que a tendência é de que a China aprove a variedade a vim de garantir o combate a fome no país. “O problema é que ainda não temos escala, mas no próximo ano teríamos sementes para lançar entre 10 e 20 mil hectares”, explica.
Enquanto isso, a Bioceres quer iniciar os primeiros testes com alguns produtores argentinos já nesta safra de 2018/2019, porque, até agora, todos os testes foram feitos em propriedades da empresa. Nesse cenário, a empresa iniciou um processo de registro de que chamou de “bioinnovadores”, onde são escolhidos os agricultores que querem experimentar este material em seus estabelecimentos. “Em nosso estande, vamos nos interessar pelos produtores e montar uma lista daqueles que são incentivados a plantar essas variedades”, diz Trucco.
No entanto, ele esclareceu que será uma quantidade limitada de sementes que podem ser testadas. “A tecnologia será bastante importante no futuro, mas, por hora, é uma espécie de pré-lançamento para o mercado local”, finaliza.
Fonte: Agrolink Por Leonardo Gottems



